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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Chevrolet Chevette Hatch 2015

Depois de quase 1 mês dede a divulgação da Marajó aqui no blog, divulgo o último modelo das releituras do Chevette, o hatch. Vendido entre 1979 e 1987, o Chevette Hatch fez relativo sucesso nos seus primeiros anos de vida, mas logo acabou sendo preterido graças ao desinteresse do público neste tipo de carroceria. Aqui no blog ele ganha uma nova chance, sendo posicionado juntamente com o Onix mercadologicamente, mas com uma proposta mais esportiva,
Com a mesma frente do restante da linha, o hatch seria disponível somente em carroceria de 2 portas, com um estilo hatch meio cupê, efeito conseguido graças à queda da coluna C. Seria uma proposta de hatch barato mas com um visual esportivo. Na traseira, as lanternas são semelhantes às dos sedans e cupês e a porta do porta-malas é grande, dominando boa parte da traseira.
A cereja do bolo seria o relançamento da versão esportiva S/R, que contaria com o mesmo motor das versões GP da Marajó e do Cupê, o 1.8 16V Ecotec do Cruze, com 144cv/140cv. Visualmente, ela conta com as mesmas peças do GP como faróis, saias, pára-choques, aerofólios e rodas. Destaque para as grades, que são as mesmas do GP, mas não contam com os faróis de milha. A pintura da carroceria é igual à do primeiro S/R, é preta com faixas em degradê cinzas até a parte inferior do carro.
As versões do Chevette hatch seriam as seguintes:
1.4, 102cv/104cv - R$ 40.800
1.8, 106cv/108cv - R$ 43.800
S/R 1.8 16V, 140cv/144cv - R$55.000

Principais concorrentes: 
Hatch: Fiat 500, Ford Fiesta, Peugeot 208
S/R: Fiat Punto T-Jet, VW Gol Rallye.

E assim finalizamos o Projeto Chevette, espero que tenham gostado de cada modelo. E aí, qual foi o seu favorito: o sedan, cupê, perua ou hatch?

terça-feira, 10 de março de 2015

Chevrolet Marajó 2015

Dando sequência ao Projeto Chevette, hoje apresento a perua Marajó. Lançada em 1980, com a segunda geração do Chevette, a Marajó foi vendida até o ano de 1989. Seguindo o porte do Chevette, a Nova Marajó seria uma perua compacta, do porte da Palio Weekend, e sendo uma moderna opção para o segmento.
Com a mesma frente do sedan e do cupê, a Marajó não apresentaria diferenças na vista frontal. Ao contrário do modelo original, a Marajó viria com 4 portas, pois nos dias atuais é inviável uma perua com apenas 2 portas. A traseira teria pequenas lanternas quadrangulares que remetem claramente à antiga Marajó.
A Marajó teria uma inédita versão esportiva GP III, a mesma do cupê, vindo a usar o mesmo motor 1.8 do Cruze, com 144cv(a)/140cv(g). Visualmente ela trás as faixas no capô, porta-malas e no inferior da carroceria, saias frontais e laterais, faróis escurecidos, grade preta colmeia com faróis de milha, retrovisores negros, aerofólio, defletor traseiro, escapamento duplo e novas rodas, assim como o cupê.

A Marajó 2015 viria nas seguintes versões e preços:
1.4, 102cv/104cv - R$ 51.800
1.8, 106cv/108cv - R$ 54.800
GPIII 1.8 16V, 144cv/140cv - R$ 66.000

Principais concorrentes: Fiat Palio Weekend, VW SpaceFox

Curtiram o renascimento desta clássica perua? Então não percam o último modelo do Projeto Chevette, o Hatch.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Chevrolet Chevette 2015

Mais um clássico da GM do Brasil renasce aqui no blog. Depois do Opala, é a vez do Chevette ganhar a sua releitura, usando como base o modelo 1981 (a minha geração do Chevette favorita). Se fosse lançado nos dias de hoje, o Chevette viria na categoria de um cupê compacto (para o modelo com 2 portas) e sedan (com 4 portas e possivelmente para substituir o Cobalt).
O Novo Chevette tem o porte do Cobalt e viria como um cupê. A frente é fortemente inspirada na geração 81, com faróis quadrangulares e a grade bipartida à lá Pontiac. O pára-choque tem os piscas-piscas em formato horizontal, semelhantes ao modelo original e faróis de neblina ao lado da entrada de ar. Os retrovisores também recebem os indicadores de direção. Na lateral, o grande destaque vai para a saída de ar na coluna C, algo marcante na identidade do pequeno Chevrolet e que o acompanhou durante os 20 anos de produção (de 1973 a 1993).
O Chevette apresenta uma carroceria 3 volumes bem clássica, na contramão dos sedans e cupês atuais que apresentam um estilo quase fastback. As lanternas são longas e horizontais, como no modelo original, a placa fica no pára-choque traseiro. O novo Chevette contaria com tração dianteira (ao contrário do modelo clássico, mas mais viável nos dias de hoje) e usaria o motor 1.4 da linha Chevrolet, com 102cv/97cv.
Apesar de não ter feito muito sucesso por aqui e ser bastante raro, o Chevette 4 portas (sedan) provavelmente seria o mais vendido da linha. Viria com a mesma mecânica do cupê.


A versão esportiva GP III seria o destaque da linha, inspirada nas clássicas versões GP e GPII. Além das clássicas faixas que dominam o capô, porta-malas e parte inferior do carro, o GPIII traz ainda: faróis com máscara negra, nova grade pintada de preto e com faróis de milha (como no antigo Chevette), novos pára-choques, rodas pretas de aro 17, saias frontais e laterais, retrovisores pretos, adesivo "GPIII" na soleira, difusor traseiro, escapamento duplo e aerofólio. Para acompanhar o visual nervoso o motor seria o 1.8 do Cruze, com 144cv/140cv. O novo Chevette teria provavelmente os seguintes preços:
Sedan 1.4, 102cv/97cv - R$ 44.800
Cupê 1.4, 102cv/97cv - R$ 46.900
Cupê GPIII 1.8, 144cv/140cv - R$ 59.000

Principais concorrentes:
Sedan: Fiat Grand Siena, Ford Ka+, Honda City
GPIII: Fiat Punto

Gostaram do Novo Chevette? Então não percam pois em breve a família irá crescer com a presença da perua Marajó e do hatch.